Situação dos cristãos continua incerta no Iêmen

 

Em janeiro deste ano, como em outros países árabes, protestos começaram no Iêmen. Inicialmente os manifestantes foram pacificamente às ruas por causa do grande desemprego no país, causado pelas condições econômicas e pela corrupção.

O Iêmen é o país árabe mais pobre com uma renda per capita que é aproximadamente um décimo da renda de seus vizinhos Omã e Arábia Saudita.

Isto não acontece somente pela falta de petróleo, mas muito mais pela corrupção generalizada, pelo baixo nível da educação e pela má administração.

Atualmente os iemenitas estão enfrentando um grande desemprego. Estatísticas oficiais relatam que um em cada três iemenitas está desempregado.

Especialmente os jovens iemenitas estão sem trabalho. Quase metade da população vive abaixo da linha da pobreza.

Desde o início dos protestos o governo usou violência excessiva para reprimir os manifestantes. As reivindicações dos manifestantes mudaram: eles começaram a pedir a renúncia do presidente.

Até mesmo manifestações não violentas foram respondidas com armas e de acordo com os jornalistas até com granadas. O presidente foi ferido em um ataque e deixou o país por vários meses para tratamento médico na Arábia Saudita.

Greves recebem menos atenção da mídia dentro dos protestos em andamento, muito menos que Síria e Líbia. Claro que o número de mortos e feridos durante os protestos no Iêmen é ainda muito menor que nos dois outros países citados.

Mas recentemente o jornalista britâncio-iemenita Abubakr Al-Shamanhi disse a Al Jazeera que isto também pode ser explicado devido a um “desconhecimento fundamental sobre o Iêmen”. Na verdade, é difícil compreender a situação do Iêmen.

O país tem um forte sistema tribal que os estrangeiros não entendem. Além disso, pequenos grupos ligados a al-Qaeda tentam obter mais força no país.

Sequestros de estrangeiros no Iêmen tem ocorrido regularmente, normalmente terminando com a aceitação dos pedidos dos sequestradores para libertar membros de clãs sob custódia, por dinheiro, ou outras fontes de recursos.

Este mês três franceses foram libertados por seus sequestradores. Devido à violência e aos sequestros o turismo no Iêmen diminuiu drasticamente.

Desde que o Iêmen se tornou um país, quando o Iêmen do Norte e a República Democrática do Povo do Iêmen se uniram em 1990, o Iêmen tem tido uma história violenta.

O país é desde o primeiro dia governado pelo presidente Ali Abdullah Saleh, antes disso ele governava o Iêmen do Norte por 12 anos. Em teoria o Iêmen é uma democracia, mas na prática não é.

Antes dos protestos começarem este ano, dois grupos eram o maior desafio do governo: o Movimento Sulista, um grupo separatista no sul – uma região que por muito tempo reclama por ser negligenciada pelo governo dominado pelo norte.

O outro é o Houthis, um grupo xiita do norte do Iêmen com um complicado conjunto de reivindicações políticas, econômicas e ideológicas. O Houthis tem travado uma guerra civil intermitente com Sanaa desde 2004.

Fonte MCM Povos

Testemunho de cristãos que foram presos

A perseguição na Eritreia tem se tornado dura para muitos de nossos irmãos. Vejamos como exemplo o caso de John e Paul.

John e Paul são cristãos da Eritreia. John contou que começou a buscar a Deus por influência de sua irmã mais velha, pois os dois eram muito próximos. A irmã de John o levava à escola dominical, onde ele poderia crescer na fé. Juntos, os dois participavam de estudos da bíblia e entraram no coral da igreja.

Nessa mesma época, John foi obrigado a servir o exército. O governo já começava a impor restrições para as igrejas, mas ainda não era tão sério quanto é atualmente. A perseguição começou leve e muitos superiores nos campos militares confiscavam bíblias, músicas e mensagem em fita cassete, com avisos para que houvesse uma paralisação das atividades “ilegais”. Com o passar do tempo, reuniões e evangelismo nos campos foram proibidos. Mas, mesmo assim, os cristãos se reuniam secretamente.

John foi transferido para outro campo militar, onde conheceu Paul. A amizade entre os dois se tornou forte quando eles começaram a compartilhar suas crenças em Jesus e as duras restrições os aproximaram mais ainda de Deus. Eles, então, encontraram um grupo que se reunia perto do campo e começaram a participar dos cultos. No entanto, a polícia descobriu as reuniões e prendeu todos os participantes.

Os dois ficaram presos por quase dois anos e depois foram transferidos para uma prisão diferente: eles foram trancados em um contêiner de metal por um ano. De lá eles foram transferidos para outra prisão. Os dois foram presos sem nenhuma acusação formal e ficaram indo de prisão em prisão, por quase nove anos.

“Nossas famílias não estavam autorizadas a nos ver, Nossos pais não sabiam se nós estávamos vivos e nem onde estávamos. Muitos prisioneiros morreram e foram enterrados sem suas famílias saberem. Todas as prisões são iguais para cristãos: sem acusações, só prisão por longos períodos.”

“Éramos, muitas vezes, pressionados a negar a nossa fé. Mas sempre nos recusávamos. E quando isso ocorria, éramos punidos. Às vezes íamos trabalhar debaixo de sol forte sem ter comido ou bebido nada.”

Após relatar as péssimas condições nas prisões onde ficaram e o duro trabalho que tiveram de fazer todos os dias, eles continuavam falando e sorrindo: “Mas ainda temos Jesus, e isso é o que vale mais.”

Fonte: Portas Abertas 

Evangelista é morto a tiros no Paquistão

Um evangelista foi morto a tiros na quarta-feira por um atirador não-identificado no qual sua família acredita ser um membro de um grupo radical muçulmano que tem como principal alvo os cristãos.

Zahid Jameel, 25 anos, disse ao Compass que seu pai, Jameel Saawan, e um ajudante estavam abrindo as portas da sua loja de comésticos na área de Gulshan-e-Iqbal, no centro comercial de Karachi, Paquistão, na manhã de quarta-feira, quando um jovem apareceu e disparou contra seu pai.

O assassino fugiu em uma motocicleta na qual duas pessoas estavam esperando e vigiando o que estava acontecendo, disse Zahid. “Acreditamos que meu pai foi morto por causa da pregação da Bíblia, porque não existe outra razão”, disse ele.

Seu pai não havia comentando nada de ter recebido ameaças nas últimas semanas, apesar de ter recebido após ter manifestado desejo de começar uma organização de bem-estar para os cristãos pobres na região de Karachi.

Apesar de receber as ameaças e telefonemas intimidadores, Zahid disse que seu pai continuou a pregar e foi muito respeitado na comunidade cristã como um exemplo de perseverança e coragem.

“Vivemos em um apartamento alugado e nossas lojas também são de locação. Não temos propriedade e não temos inimigos, por isso estamos chocados com o homicídio”, disse ele. “Não foi um simples roubo, porque o assassino andou na direção do meu pai e disparou contra ele.”

Zahid disse que sua mãe está em estado de choque após a morte de seu pai, assim como suas três irmãs e seu irmão mais velho, Shahid. “Nosso pai foi morto a tiros sem existir nenhuma razão para isso.”

Jameel Saawan e sua família se mudaram para Karachi há 10 anos. Segundo seu filho, seu pai havia dito que estava na hora dele começar a transmitir as boas novas para todos que ele conhecia. Mas Zahid disse que seu pai nunca entrou em discussões sobre isso. Todas as tardes, seu pai fazia visitas para pessoas e compartilhava do Evangelho.

Por ter uma vida extremamente dedicada ao evangelismo, autoridades continuam com a ideia de que a morte de Jameel teve um motivo religioso por trás.

Fonte: Portas Abertas

Pastor iraniano continua sendo pressionado na prisão

Yousef Nadarkhani, pastor iraniano que está ainda aguardando a decisão sobre sua sentença de morte, está sofrendo com maus-tratos na prisão, com torturas físicas e psicológicas para que ele negue a Jesus e volte ao islamismo, segundo fontes próximas à família do pastor.

Pastor Yousef foi condenado à morte há um ano, depois de ser sentenciado pelo tribunal de apelações em Rasht, no Irã. Ele está preso e sua saúde está se deteriorando na prisão, de acordo com um dos membros da igreja do pastor.

Ele também disse que a comunicação com Yousef é muito limitada, mas que as fontes mais próximas do pastor dizem que ele está constantemente sendo torturado, tanto fisicamente como psicologicamente.

O tribunal de Rasht está ainda esperando para pronunciar o veredito final sobre o caso de Yousef. Fontes disseram que quando existe um grande silêncio para o tribunal se manifestar, é sinal de um mau presságio. Ao invés de pronunciar o veredito, o caso foi mandado para a autoridade islâmica do país, o aiatolá Aki Khamenei.

Enquanto está preso, as autoridades continuam pressionando o pastor Yousef a negar a sua fé enquanto está na prisão. No mês passado, alguns funcionários do governo lhe deram livros e folhetos islâmicos, para que ele desacredite na Bíblia ao ler o conteúdo do material.

Segundo boatos, a decisão sobre o caso do pastor pode ser divulgada na segunda metade de dezembro. Alguns acreditam que a sentença será divulgada perto da data do Natal para que a decisão não receba tanta atenção como recebeu nos últimos meses.

Continue orando pelo pastor Yousef e por sua família. Peça que Deus o proteja de todo mal dentro da prisão, sendo luz em meio às trevas. Peça também por sua família, para que sejam confortados e consolados no Senhor e que tenham paciência para esperar a vontade de Deus se concretizar nesse momento tão difícil.

Fonte Portas Abertas

 

 

Cristãos sofrem com ataques na Nigéria

Centenas de pessoas ainda estão desaparecidas e a destruição durante o ataque incluiu cerca de 10 edifícios de igrejas da região.

    Mais de 200 pessoas do grupo extremista islâmico Boko Haram que atacaram a capital do Estado de Yobe, em Damaturu, às 5 horas da tarde do dia 4 de novembro e logo, os terroristas haviam bloqueado todas as quatro principais rodovias que levam à cidade.

    Os líderes cristãos em Damaturu disseram ao Compass que das 150 vítimas registradas no ataques, mais de 130 eram cristãos.

    Quando os extremistas muçulmanos chegaram a cidade, qualquer  cristão que não conseguisse recitar o credo islâmico era baleado imediatamente e morto instantaneamente.

    “Quando os extremistas no atacaram aqui no dia 4 de novembro, foi como o fim de tudo para os cristãos. Nossas casas foram alvejadas indiscriminadamente. Eu e minha família nos trancamos em casa”, disse Rev. Idris Garba, presidente da Associação Cristã da Nigéria (CAN) no estado de Yobe.

    Garba, que também é um dos pastores da Igreja Boa Nova na região de Damaturu, disse que sua igreja diminuiu cerca de 500 membros depois dos ataques: “Nós podíamos ter mais do que 100 membros na igreja após o ataque. A maioria dos membros está se escondendo com medo ou deixaram a cidade.”

    Garba que tem o ministério pastoral desde 1993 e tem servido como pastor da igreja há dois anos disse que os cristãos foram mortos na frente do templo de sua igreja no dia antes de ela ser bombardeada.

Fonte MCM povos

Doenças e insegurança afetam refugiados no Quênia e na Etiópia

A insegurança continua a ser um entrave ao trabalho dos agentes humanitários nos acampamentos de refugiados no Quênia, um mês depois do rapto de três trabalhadores do campo de Dadaab no país.

    Uma situação que preocupa o Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Acnur, pela agravante da epidemia de cólera nesses campos.

Ajuda Humanitária

   No terreno, o Acnur acompanha o trabalho de cerca de 100 polícias quenianos suplentes que chegaram aos campos no mês passado. A agência disponibilizou aos agentes veículos, abrigos e equipamentos de comunicação.

    Em declarações durante uma conferência de imprensa, o porta-voz do Acnur, Andrej Mahecic, disse que a ajuda também é dirigida aos refugiados, com “alimentos, água e cuidados de saúde”.

    O panorama é agravado pelas chuvas intensas e pelo risco de doenças transmissíveis através da água, como a cólera, por exemplo.

Parceiros

    Até ao momento, o Acnur contabiliza 60 casos de epidemia de cólera nos campos. Uma situação que levou a agência a criar em conjunto com os parceiros no terreno centros de tratamento contra a doença.

    Para o efeito foi aumentada a “aplicação de doses de cloro o produto que mata a bactéria causadora de cólera, para tratar os pontos de distribuição de água nos campos”, segundo Mahecic.

    O porta-voz do Acnur acrescenta ainda que “o estímulo das práticas de higiene os refugiados” faz também parte das medidas de prevenção de doenças.

Desnutrição

    Já na Etiópia, um estudo sobre a nutrição dos campos de Kobe e Hilaweyn apontou uma taxa elevada de desnutrição entre as crianças de idade inferior a cinco anos.

    Os dois campos abrigam refugiados somalis, muitos deles apresentam um estado de saúde grave.

Fonte MCM povos

Bebê somali que comoveu o mundo com desnutrição aguda consegue recuperar peso

O bebê Minhaj Gedi Farah se tornou símbolo da fome que devasta a Somália, quando há três meses uma foto sua chocou o mundo.

    Com graves problemas de desnutrição, nem seus pais acreditavam que aquele esquelético Minhaj poderia sobreviver e se transformar numa criança que hoje, com 8 quilos, pode até ser chamada de gordinha.

    O quase inevitável destino de Minhaj foi transformado graças a ajuda do grupo International Rescue Commitee.

    A fome já matou dezenas de milhares de pessoas na Somália, mas a ONU garante que, apesar das restrições do movimento de insurgência islâmica al-Shabbab, está aumentando o alcance de suas agências no país.

     – Nem a mãe dele (de Minhaj) imaginava que ele poderia se recuperar. Cada membro da família está feliz – disse Sirat Amin, uma das enfermeiras que ajudaram a monitorar o tratamento de Minhaj. – Agora, ele pode sentar sozinho, está engatinhando.

     Em julho, a ONU decretou fome em cinco zonas da Somália.

    Minhaj era um dos bebês internados em estado grave no campo de Dadaab, no Quênia, para onde muitos somalis fogem da crise humanitária e da violência. Com 7 meses, Minhaj pesava apenas 3.2 quilos, menos que muitos recém-nascidos.

    Três meses depois, a balança marca 8 quilos, peso normal para os bebês da sua idade.

     Superlotados, os acampamentos de Dabaab enfrentam graves problemas.

    Apesar de o número de somalis chegando todos os dias no Quênia ter diminuído, a situação continua grave. Quase dois milhões de somalis ainda não têm acesso à comida.

    A briga entre o Quênia, que resolveu invadir a Somália recentemente, e o al-Shabaab também dificultou a fuga para o país vizinho. Muitos temem ser confundidos com insurgentes.

     A ONU especula que cerca de 160 mil crianças com menos de 5 anos sofrendo de desnutrição aguda podem morrer nas próximas semanas.

    A organização também vem alertando para o risco de proliferação da cólera e da malária, principalmente na capital somali de Mogadíscio.

     – Estou ajudando as pessoas aqui, mas às vezes é de cortar o coração. Pessoas estão sofrendo. Às vezes, eles morrem na sua frente. E, por mais que você queria ajudar, eles são tantos (que você não consegue) – disse Amin, que trabalha no campo de refugiados no Quênia.

    Assim como a história desta crianca foi transformada, a Oferta de Resgate visa levar esperanca aos povos da terra.

    Podemos mudar uma vida ou até mesmo uma nacao inteira, a escolha é simplesmente nossa.

    Não deixe essa oportunidade passar, faça parte desta grande conquista.

Fonte MCM povos

ONU suspende ajuda a refugiados após sequestro de médicas no Quênia

O Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Acnur, informou que suspendeu parte de suas operações humanitárias no maior acampamento de refugiados do mundo, o campo de Dadaab, no Quênia.

    A medida ocorreu após o sequestro de duas médicas, por homens armados, nesta quinta-feira. Segundo o Acnur, 200 funcionários estão mantendo os serviços básicos, como entrega de água no local, mas com ajuda policial.

Motorista

    As duas vítimas que trabalham para a organização Médicos Sem Fronteiras estavam dentro do acampamento de Dadaab distribuindo ajuda.

     O carro que as transportava foi alvejado por homens armados. O motorista ficou ferido no incidente.

    De acordo com a mídia local, o ataque teria sido praticado por membros da milícia somali, al-Shabaab. Cerca de 300 funcionários humanitários trabalham em Dadaab; 200 servem agências da ONU.

    O chefe do Acnur, António Guterres expressou “choque e indignação” com o sequestro e pediu o retorno imediato das vítimas.

    Dadaab acolhe mais de 460 mil refugiados. Este ano, a população aumentou como resultado da chegada de mais de 190 mil pessoas da Somália e após a violência ter piorado no país vizinho.

Fonte: MCM Povos

Extremistas muçulmanos matam cristãos em dois estados da Nigéria

Extremistas muçulmanos estão empenhados em extinguir o cristianismo na região central da Nigéria. No dia 22 de setembro, os extremistas assassinaram cinco cristãos no estado de Níger e outros três na semana anterior, no estado de Kaduna, incluindo uma menina de 13 anos de idade.

Supostos militantes do grupo islâmico Boko Haram, na cidade de Mandala, no estado de Níger, atacaram as propriedades comerciais de cristãos por volta das 8 horas da manhã. Os extremistas ordenaram que eles recitassem versos do Alcorão, mas os cristãos não sabiam nenhum verso do livro islâmico e, então, foram assassinados.

O som dos disparos contra os cristãos fez com que os moradores da região chamassem a polícia, que chegou ao local e viu que cinco cristãos haviam sido mortos. Richard Oguche Adamu, um porta-voz da polícia do estado de Níger, confirmou os cinco assassinatos.

Richard disse à Compass que o ataque estava diretamente ligado aos membros do grupo extremista islâmico Boko Haram, que recentemente bombardeou locais de propriedades cristãs.

Os mortos no ataque foram: Emmanuel, John Kalu, Uche Nguweze e Oliver Ezermath. A identidade do quinto cristão não foi imediatamente reconhecida, pois seu rosto estava muito desfigurado e ele não possuía documentos de identificação.

O grupo Boko Haram declarou jihad contra o governo da Nigéria, em uma tentativa de impor a lei da sharia no norte do país. Outra preocupação é que esse grupo talvez tenha formalizado fortes ligações com a Al-Qaeda no ano passado. A lei da Sharia já está em vigor em 12 estados no norte do país.

Estima-se que a população da Nigéria seja de aproximadamente 160 milhões de pessoas, divididas em 51,3% de cristãos, que vivem principalmente no Sul, e 45% de muçulmanos.

Ore pela Nigéria:

  • Para que os cristãos que estão sofrendo ataques e perseguições encontrem coragem no Senhor e não desistam de sua fé em Jesus.
  • Ore pelo consolo das famílias que perderam entes queridos assassinados pelo Boko Haram. Que Deus possa confortar o coração deles com o Seu amor.
  • Ore para que o governo tome providências e esses ataques terroristas contra cristãos cessem na Nigéria.

 

Fonte: Portas Abertas

Extremistas atacam missionário

Kishkard , que serve como pastor de uma igreja, em uma aldeia numa área tribal, estava em uma vila distribuindo folhetos evangelísticos, quando uma família pediu-lhe que orasse por uma criança doente.

Assim que o pastor Kishkard  e sua equipe começaram a orar pedindo pela cura da criança, uma multidão de jovens, homens e mulheres apareceu e começou a gritar, protestando contra aquilo que o missionário estava fazendo.

“Por que você está tentando converter as pessoas ao cristianismo?”, disse o líder do grupo ao pastor Kishkard . “Nós não estamos tentando converter ninguém. Ao contrário, estamos orando por um menino doente”, explicou Kishkard .

A resposta não pacificou a multidão. De repente, um rapaz tirou seu sapato e começou a agredir o pastor Kishkard , que caiu no chão e passou a ser ainda mais agredido. Os jovens pegaram as Bíblias e os folhetos que estavam com a equipe do pastor.

Os jovens extremistas estavam se preparando para incendiar a literatura que haviam tomado do grupo cristão, mas alguns anciãos da aldeia não permitiram que fizessem isso e ainda afastaram todos os que estavam agredindo o pastor.

O Pastor Kishkard  ficou com muitos machucados e cortes após o ataque, mas não se encontra gravemente ferido. Ele pede que todos orem pelas pessoas que se opuseram a ele. “Orem para que o nosso amor por Deus possa tocá-los e mude suas vidas, para que descubram a Verdade”, pede ele.

Fonte: Portas Abertas