Pastor iraniano continua sendo pressionado na prisão

Yousef Nadarkhani, pastor iraniano que está ainda aguardando a decisão sobre sua sentença de morte, está sofrendo com maus-tratos na prisão, com torturas físicas e psicológicas para que ele negue a Jesus e volte ao islamismo, segundo fontes próximas à família do pastor.

Pastor Yousef foi condenado à morte há um ano, depois de ser sentenciado pelo tribunal de apelações em Rasht, no Irã. Ele está preso e sua saúde está se deteriorando na prisão, de acordo com um dos membros da igreja do pastor.

Ele também disse que a comunicação com Yousef é muito limitada, mas que as fontes mais próximas do pastor dizem que ele está constantemente sendo torturado, tanto fisicamente como psicologicamente.

O tribunal de Rasht está ainda esperando para pronunciar o veredito final sobre o caso de Yousef. Fontes disseram que quando existe um grande silêncio para o tribunal se manifestar, é sinal de um mau presságio. Ao invés de pronunciar o veredito, o caso foi mandado para a autoridade islâmica do país, o aiatolá Aki Khamenei.

Enquanto está preso, as autoridades continuam pressionando o pastor Yousef a negar a sua fé enquanto está na prisão. No mês passado, alguns funcionários do governo lhe deram livros e folhetos islâmicos, para que ele desacredite na Bíblia ao ler o conteúdo do material.

Segundo boatos, a decisão sobre o caso do pastor pode ser divulgada na segunda metade de dezembro. Alguns acreditam que a sentença será divulgada perto da data do Natal para que a decisão não receba tanta atenção como recebeu nos últimos meses.

Continue orando pelo pastor Yousef e por sua família. Peça que Deus o proteja de todo mal dentro da prisão, sendo luz em meio às trevas. Peça também por sua família, para que sejam confortados e consolados no Senhor e que tenham paciência para esperar a vontade de Deus se concretizar nesse momento tão difícil.

Fonte Portas Abertas

 

 

Cristãos sofrem com ataques na Nigéria

Centenas de pessoas ainda estão desaparecidas e a destruição durante o ataque incluiu cerca de 10 edifícios de igrejas da região.

    Mais de 200 pessoas do grupo extremista islâmico Boko Haram que atacaram a capital do Estado de Yobe, em Damaturu, às 5 horas da tarde do dia 4 de novembro e logo, os terroristas haviam bloqueado todas as quatro principais rodovias que levam à cidade.

    Os líderes cristãos em Damaturu disseram ao Compass que das 150 vítimas registradas no ataques, mais de 130 eram cristãos.

    Quando os extremistas muçulmanos chegaram a cidade, qualquer  cristão que não conseguisse recitar o credo islâmico era baleado imediatamente e morto instantaneamente.

    “Quando os extremistas no atacaram aqui no dia 4 de novembro, foi como o fim de tudo para os cristãos. Nossas casas foram alvejadas indiscriminadamente. Eu e minha família nos trancamos em casa”, disse Rev. Idris Garba, presidente da Associação Cristã da Nigéria (CAN) no estado de Yobe.

    Garba, que também é um dos pastores da Igreja Boa Nova na região de Damaturu, disse que sua igreja diminuiu cerca de 500 membros depois dos ataques: “Nós podíamos ter mais do que 100 membros na igreja após o ataque. A maioria dos membros está se escondendo com medo ou deixaram a cidade.”

    Garba que tem o ministério pastoral desde 1993 e tem servido como pastor da igreja há dois anos disse que os cristãos foram mortos na frente do templo de sua igreja no dia antes de ela ser bombardeada.

Fonte MCM povos

Doenças e insegurança afetam refugiados no Quênia e na Etiópia

A insegurança continua a ser um entrave ao trabalho dos agentes humanitários nos acampamentos de refugiados no Quênia, um mês depois do rapto de três trabalhadores do campo de Dadaab no país.

    Uma situação que preocupa o Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Acnur, pela agravante da epidemia de cólera nesses campos.

Ajuda Humanitária

   No terreno, o Acnur acompanha o trabalho de cerca de 100 polícias quenianos suplentes que chegaram aos campos no mês passado. A agência disponibilizou aos agentes veículos, abrigos e equipamentos de comunicação.

    Em declarações durante uma conferência de imprensa, o porta-voz do Acnur, Andrej Mahecic, disse que a ajuda também é dirigida aos refugiados, com “alimentos, água e cuidados de saúde”.

    O panorama é agravado pelas chuvas intensas e pelo risco de doenças transmissíveis através da água, como a cólera, por exemplo.

Parceiros

    Até ao momento, o Acnur contabiliza 60 casos de epidemia de cólera nos campos. Uma situação que levou a agência a criar em conjunto com os parceiros no terreno centros de tratamento contra a doença.

    Para o efeito foi aumentada a “aplicação de doses de cloro o produto que mata a bactéria causadora de cólera, para tratar os pontos de distribuição de água nos campos”, segundo Mahecic.

    O porta-voz do Acnur acrescenta ainda que “o estímulo das práticas de higiene os refugiados” faz também parte das medidas de prevenção de doenças.

Desnutrição

    Já na Etiópia, um estudo sobre a nutrição dos campos de Kobe e Hilaweyn apontou uma taxa elevada de desnutrição entre as crianças de idade inferior a cinco anos.

    Os dois campos abrigam refugiados somalis, muitos deles apresentam um estado de saúde grave.

Fonte MCM povos

Bebê somali que comoveu o mundo com desnutrição aguda consegue recuperar peso

O bebê Minhaj Gedi Farah se tornou símbolo da fome que devasta a Somália, quando há três meses uma foto sua chocou o mundo.

    Com graves problemas de desnutrição, nem seus pais acreditavam que aquele esquelético Minhaj poderia sobreviver e se transformar numa criança que hoje, com 8 quilos, pode até ser chamada de gordinha.

    O quase inevitável destino de Minhaj foi transformado graças a ajuda do grupo International Rescue Commitee.

    A fome já matou dezenas de milhares de pessoas na Somália, mas a ONU garante que, apesar das restrições do movimento de insurgência islâmica al-Shabbab, está aumentando o alcance de suas agências no país.

     – Nem a mãe dele (de Minhaj) imaginava que ele poderia se recuperar. Cada membro da família está feliz – disse Sirat Amin, uma das enfermeiras que ajudaram a monitorar o tratamento de Minhaj. – Agora, ele pode sentar sozinho, está engatinhando.

     Em julho, a ONU decretou fome em cinco zonas da Somália.

    Minhaj era um dos bebês internados em estado grave no campo de Dadaab, no Quênia, para onde muitos somalis fogem da crise humanitária e da violência. Com 7 meses, Minhaj pesava apenas 3.2 quilos, menos que muitos recém-nascidos.

    Três meses depois, a balança marca 8 quilos, peso normal para os bebês da sua idade.

     Superlotados, os acampamentos de Dabaab enfrentam graves problemas.

    Apesar de o número de somalis chegando todos os dias no Quênia ter diminuído, a situação continua grave. Quase dois milhões de somalis ainda não têm acesso à comida.

    A briga entre o Quênia, que resolveu invadir a Somália recentemente, e o al-Shabaab também dificultou a fuga para o país vizinho. Muitos temem ser confundidos com insurgentes.

     A ONU especula que cerca de 160 mil crianças com menos de 5 anos sofrendo de desnutrição aguda podem morrer nas próximas semanas.

    A organização também vem alertando para o risco de proliferação da cólera e da malária, principalmente na capital somali de Mogadíscio.

     – Estou ajudando as pessoas aqui, mas às vezes é de cortar o coração. Pessoas estão sofrendo. Às vezes, eles morrem na sua frente. E, por mais que você queria ajudar, eles são tantos (que você não consegue) – disse Amin, que trabalha no campo de refugiados no Quênia.

    Assim como a história desta crianca foi transformada, a Oferta de Resgate visa levar esperanca aos povos da terra.

    Podemos mudar uma vida ou até mesmo uma nacao inteira, a escolha é simplesmente nossa.

    Não deixe essa oportunidade passar, faça parte desta grande conquista.

Fonte MCM povos

ONU suspende ajuda a refugiados após sequestro de médicas no Quênia

O Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Acnur, informou que suspendeu parte de suas operações humanitárias no maior acampamento de refugiados do mundo, o campo de Dadaab, no Quênia.

    A medida ocorreu após o sequestro de duas médicas, por homens armados, nesta quinta-feira. Segundo o Acnur, 200 funcionários estão mantendo os serviços básicos, como entrega de água no local, mas com ajuda policial.

Motorista

    As duas vítimas que trabalham para a organização Médicos Sem Fronteiras estavam dentro do acampamento de Dadaab distribuindo ajuda.

     O carro que as transportava foi alvejado por homens armados. O motorista ficou ferido no incidente.

    De acordo com a mídia local, o ataque teria sido praticado por membros da milícia somali, al-Shabaab. Cerca de 300 funcionários humanitários trabalham em Dadaab; 200 servem agências da ONU.

    O chefe do Acnur, António Guterres expressou “choque e indignação” com o sequestro e pediu o retorno imediato das vítimas.

    Dadaab acolhe mais de 460 mil refugiados. Este ano, a população aumentou como resultado da chegada de mais de 190 mil pessoas da Somália e após a violência ter piorado no país vizinho.

Fonte: MCM Povos

Extremistas muçulmanos matam cristãos em dois estados da Nigéria

Extremistas muçulmanos estão empenhados em extinguir o cristianismo na região central da Nigéria. No dia 22 de setembro, os extremistas assassinaram cinco cristãos no estado de Níger e outros três na semana anterior, no estado de Kaduna, incluindo uma menina de 13 anos de idade.

Supostos militantes do grupo islâmico Boko Haram, na cidade de Mandala, no estado de Níger, atacaram as propriedades comerciais de cristãos por volta das 8 horas da manhã. Os extremistas ordenaram que eles recitassem versos do Alcorão, mas os cristãos não sabiam nenhum verso do livro islâmico e, então, foram assassinados.

O som dos disparos contra os cristãos fez com que os moradores da região chamassem a polícia, que chegou ao local e viu que cinco cristãos haviam sido mortos. Richard Oguche Adamu, um porta-voz da polícia do estado de Níger, confirmou os cinco assassinatos.

Richard disse à Compass que o ataque estava diretamente ligado aos membros do grupo extremista islâmico Boko Haram, que recentemente bombardeou locais de propriedades cristãs.

Os mortos no ataque foram: Emmanuel, John Kalu, Uche Nguweze e Oliver Ezermath. A identidade do quinto cristão não foi imediatamente reconhecida, pois seu rosto estava muito desfigurado e ele não possuía documentos de identificação.

O grupo Boko Haram declarou jihad contra o governo da Nigéria, em uma tentativa de impor a lei da sharia no norte do país. Outra preocupação é que esse grupo talvez tenha formalizado fortes ligações com a Al-Qaeda no ano passado. A lei da Sharia já está em vigor em 12 estados no norte do país.

Estima-se que a população da Nigéria seja de aproximadamente 160 milhões de pessoas, divididas em 51,3% de cristãos, que vivem principalmente no Sul, e 45% de muçulmanos.

Ore pela Nigéria:

  • Para que os cristãos que estão sofrendo ataques e perseguições encontrem coragem no Senhor e não desistam de sua fé em Jesus.
  • Ore pelo consolo das famílias que perderam entes queridos assassinados pelo Boko Haram. Que Deus possa confortar o coração deles com o Seu amor.
  • Ore para que o governo tome providências e esses ataques terroristas contra cristãos cessem na Nigéria.

 

Fonte: Portas Abertas

Extremistas atacam missionário

Kishkard , que serve como pastor de uma igreja, em uma aldeia numa área tribal, estava em uma vila distribuindo folhetos evangelísticos, quando uma família pediu-lhe que orasse por uma criança doente.

Assim que o pastor Kishkard  e sua equipe começaram a orar pedindo pela cura da criança, uma multidão de jovens, homens e mulheres apareceu e começou a gritar, protestando contra aquilo que o missionário estava fazendo.

“Por que você está tentando converter as pessoas ao cristianismo?”, disse o líder do grupo ao pastor Kishkard . “Nós não estamos tentando converter ninguém. Ao contrário, estamos orando por um menino doente”, explicou Kishkard .

A resposta não pacificou a multidão. De repente, um rapaz tirou seu sapato e começou a agredir o pastor Kishkard , que caiu no chão e passou a ser ainda mais agredido. Os jovens pegaram as Bíblias e os folhetos que estavam com a equipe do pastor.

Os jovens extremistas estavam se preparando para incendiar a literatura que haviam tomado do grupo cristão, mas alguns anciãos da aldeia não permitiram que fizessem isso e ainda afastaram todos os que estavam agredindo o pastor.

O Pastor Kishkard  ficou com muitos machucados e cortes após o ataque, mas não se encontra gravemente ferido. Ele pede que todos orem pelas pessoas que se opuseram a ele. “Orem para que o nosso amor por Deus possa tocá-los e mude suas vidas, para que descubram a Verdade”, pede ele.

Fonte: Portas Abertas

Reportagem da BBC mostra tráfico de crianças africanas para rituais de curandeiros

Um relatório do Departamento de Estado americano afirma que Uganda se transformou em um dos principais países de onde saem estas crianças e cerca de 9 mil delas desapareceram no país nos últimos quatro anos.

    A maioria desapareceu de vilarejos nos arredores da capital, Campala. Muitas delas, estariam sendo levadas para a Europa para ser exploradas ou usadas em rituais de curandeiros.

    A reportagem da BBC em Uganda, entrou em contato com Yunus Kabul, que afirmou que sequestra crianças para curandeiros há anos.

    Sem saber que estava sendo filmado pela câmera escondida da BBC, Kabul alegou que poderia conseguir até cem crianças e tem contatos em todo o país.

    Em um hotel isolado, Kabul disse que não tem dificuldade em arrumar uma criança pelos meios oficiais, mas também pode fazer isto de forma ilegal, sequestrando a criança.

    Quanto à polícia, Kabul conta que leva a criança para uma área distante, para que os policiais não a encontrem. O preço da operação é de mais de US$ 15 mil (quase R$ 27 mil) por criança. Neste momento, o repórter da BBC se retirou da negociação.

Destino

    A Grã-Bretanha surgiu como um dos principais destinos das crianças sequestradas na África.

    Christine Beddoe, da organização de caridade britânica que combate o tráfico Ecpat-UK, afirma que os traficantes podem ser qualquer um.

    “Podem ser pessoas poderosas, pessoas ricas e também pessoas envolvidas em bruxaria. O tráfico de crianças envolve curandeiros e outras pessoas nas comunidades que praticam estes rituais”, afirmou.

    Algumas das crianças que foram sequestradas e levadas para a Grã-Bretanha contam sobre como os curandeiros, ameaçando as vítimas de morte, fazem cortes nas crianças para extrair o sangue.

    A popularidade dos curandeiros está crescendo na Grã-Bretanha. Centenas fazem propaganda de seus rituais que custam cerca de 350 libras (mais de R$ 900).

    Estes rituais geralmente envolvem ervas, mas alguns envolvem sangue humano.

    Com uma câmera escondida a reportagem da BBC entrou em contato com dez curandeiros, todos ofereceram poções com ervas. Mas dois deles também ofereceram rituaisl envolvendo sangue humano, o que é ilegal.

    Um deles entregou uma garrafa, que foi levada para exames e foi constatado que continha sangue humano, mas não há provas de que tenha sido extraído contra a vontade do doador.

Fonte: MCMPovos

Cristãos têm sido executados no Sudão

Muitos cristãos têm sido mortos no Sudão, no que parece ser uma tentativa de eliminar o cristianismo do país. 

As Forças Armadas Sudanesas (SAF) e a milícia islâmica aliada não estão distinguindo os combatentes e os civis nas batalhas territoriais no estado de Kodorfan Sul e, segundo os cristãos, isso se deve ao fato de que eles querem tirar o cristianismo da área.

Um cristão na área leste de Kadugli disse que conseguiu fugir das agentes de Inteligência da SAF depois de 18 dias preso dentro de sua própria casa. Ele relatou ter visto seis prisioneiros cristãos serem levados e um a um serem executados.

“Eles nos insultavam, dizendo que essa terra era islâmica e que nós não estávamos autorizados a viver nela”, disse ao Compass. “Eu os vi levarem meus irmãos em Cristo e matá-los na floresta, perto de onde nós fomos detidos.”

Esse cristão que fugiu pediu anonimato, pois é ex-muçulmano há 10 anos e estava marcado para ser morto no dia em que conseguiu fugir. Ele ainda está escondido, pois teme que a SAF possa encontrá-lo.

“Eu já estava marcado para morrer. Não estava mais preocupado com a minha segurança, pois, afinal, eu não dependia da misericórdia deles como eles pensavam, mas sabia que Deus estava no controle”, disse ele.

Ele acredita que, desde que o Sudão se dividiu, o governo islâmico tem como principal alvo os cristãos e, como principal objetivo, limpar o cristianismo de Kodorfan Sul, parte da estratégia de tornar o país em um estado puramente islâmico.

“Esta perseguição é claramente planejada pelo governo islâmico”, disse ele. “Minha vida está correndo grande perigo, pois eles ainda estão procurando por mim. Eu posso ser preso a qualquer momento ou até mesmo morto.”

Outros cristãos que fugiram da área dizem que muitos foram mortos e igrejas foram queimadas pela SAF e pelas milícias islâmicas.

As leis no Sudão e as políticas estão todas a favor do Islã. A sharia (lei islâmica) faz com que as garantias e direitos à cidadania dependam da religião, fazendo com que aqueles que não são muçulmanos sejam considerados cidadãos de segunda classe, sem acesso a todos os direitos.

Fonte: Portas Abertas

Cristão é sequestrado e decapitado por extremistas

Após uma extensa busca pelo paradeiro de Juma Naradin Kamil, os cristãos da região de Bakool, sudoeste da Somália, encontraram o corpo decapitado de Kamil.

Ele, que fora sequestrado, trazia no corpo marcas de uma execução feita pelo grupo terrorista muçulmano Al-Shabaab.

“É comum a Al-Shabaab decapitar aqueles que abraçam a fé cristã, ou mesmo meros simpatizantes dos ideais ocidentais,” disse um cristão local à agência de notícias Compass Direct News. “Nosso irmão Kamil aceitou a fé cristã há três anos e estava determinado em sua fé em Deus. Sentiremos muito a falta dele.”

O sequestro aconteceu em 21 de agosto, quando três homens da Al-Shabaab forçaram Kamil a entrar em um carro. Muitos cristãos locais acreditam que os extremistas estavam acompanhando a rotina de Kamil, a fim de executarem a tarefa.

A Al-Shabsab tem cerca de 7 mil membros. Eles procuram, através de ameaças e atos violentos, impor uma versão estrita da Sharia, lei islâmica, em todo território muçulmano. O principal objetivo do grupo é eliminar o cristianismo da Somália.

No início deste ano, dois extremistas muçulmanos assassinaram um membro de uma comunidade cristã subterrânea na Somália e também mataram uma mãe de quatro filhos, Asha Salat, por sua fé cristã.

fonte Portas Abertas